JMJ PANAMÁ 2019

JMJ PANAMÁ 2019
Logo logo traremos uma matéria falando sobre a logo da próxima JMJ! Aguardem nossos correspondentes direto do Panamá! kkk

domingo, 21 de maio de 2017

Atividades de Catequese: Ascensão do Senhor ano A 2016/17

Jesus cumpriu sua missão aqui na terra e deixou Pedro responsável por dar continuidade a tudo que o próprio Jesus lhes ensinou durante os poucos anos que conviveram juntos.

Para isso Jesus, como podemos ouvir na narrativa do Evangelho de hoje (Mt. 28,16-20), com toda a autoridade que lhe foi dada no céu e sobre a terra enviou os discípulos  pelo mundo para que eles batizassem aqueles que abraçassem verdadeiramente a fé, ensinando-os a observar tudo que o próprio Jesus ensinou.

É tão lindo ver que Jesus quis confiar sua Igreja aos homens, por isso prometeu que estaria com eles até o fim do mundo!... E não é mais lindo quando vemos nossos catequizandos aprendendo sobre essa verdade imutável?! Por isso nossa atividade de catequese trás esse ensinamento, para que nossas crianças nunca percam a fé em Deus.

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Fiquem com Deus e até a próxima atividade de catequese com mais uma das nossas "Sementes da fé!”. E que Deus abençoe mais este ano litúrgico que ficaremos juntos evangelizando!

domingo, 14 de maio de 2017

Atividades de Catequese: 6º Domingo da Páscoa ano A 2016/17

Se aproxima a hora de Jesus voltar para o céu em definitivo, pois após a ressurreição Jesus ainda quis permanecer por alguns dias aqui na terra aparecendo somente para alguns de seus discípulos afim de reforçar a fé deles que sofreram tantas perseguições por parte dos judeus. Perseguição essa que fez com que alguns voltassem para suas antigas vidas abandonando o caminho de Deus.

No Evangelho de hoje (Jo. 14,15-21) Jesus promete aos seus discípulos que enviaria um novo defensor, um novo paraclito que os acompanharia até o fim dos tempos. Esse defensor é o Espírito Santo que vem guiando a Igreja Católica desde então e continuará guiando a Igreja até a consumação dos tempos; aquele dia em que o próprio Jesus voltar para o acerto de contas final.

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domingo, 7 de maio de 2017

Atividades de Catequese: 5º Domingo da Páscoa ano A 2016/17

É tão belo e um conforto para o nosso coração ver o quanto Jesus se preocupa com todos nós não é verdade!... No Evangelho de hoje (Jo. 14,1-12) o próprio Jesus nos faz uma promessa quando nos diz: "Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. Na casa do meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito." e Ele continua nos dizendo que nos prepararia um lugar para morar.

Mas esse lugar não é uma casa como nós moramos aqui na terra, mas sim o céu! Que está de portas abertas para entrarmos e vivermos felizes para sempre ao lado de Deus, da Virgem Maria e de todos os santos e anjos da corte celeste. Mas é claro que essa morada exige de nós um sacrifício muito grande! Porque não podemos entrar no céu sujos pelo pecado desse mundo, e por isso devemos desde já lutar contra ele (o pecado) e purificarmos a nossa alma para estarmos aptos para vivermos juntos de Deus.

E justamente pensando nesse dia é que hoje publicamos nossa atividade de catequese com esse tema, para que um dia possamos nos encontrar junto de Deus e nos alegrarmos por cada catequizando que um dia passou por nossas vidas e sentiu o amor de Deus em nossos encontros de catequese.

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terça-feira, 2 de maio de 2017

Nossa Senhora de Fátima comemora 100 anos


Papa Francisco estará em Fátima para centenário das aparições.[1]

Da Redação, com Santuário de Fátima

O Papa Francisco estará em Fátima, Portugal, nos dias 12 e 13 de maio de 2017 para o Centenário das Aparições. A informação foi divulgada pelo Santuário de Fátima, que recebeu a confirmação do Vaticano através da Sala de Imprensa.

“Por ocasião do Centenário das Aparições da Bem-Aventurada Virgem Maria na Cova da Iria, e acolhendo o convite do presidente da República e dos bispos portugueses, Sua Santidade o Papa Francisco irá em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima de 12 a 13 de maio de 2017”, refere uma nota da Santa Sé.


Para o bispo de Leiria-Fátima, Dom Antônio Marto, este é um momento de extrema alegria. “Sempre que o Papa peregrina como pastor universal é toda a igreja que peregrina com ele e por isso, nesta ocasião quero exprimir o júbilo e o regozijo que o anúncio oficial desta peregrinação do Santo Padre traz a todo o povo português e a toda a Igreja em Portugal”.

Dom Marto destacou também a responsabilidade do Santuário, pois não se trata de acolher o Santo Padre apenas como peregrino e pastor, mas de acolher a mensagem que ele vai levar.

Também o reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, falou da grande alegria com a confirmação da data da visita de Francisco à Cova da Iria. “É uma alegria porque sabemos que esses dias serão de uma peregrinação marcada por essa festividade que é o centenário, e por outro lado, porque assinala a presença de um Papa no meio de nós e de um Papa tão amado como é o Papa Francisco”, afirmou padre Carlos Cabecinhas, que também ressaltou a responsabilidade de nos preparar a visita através da oração.

O programa da visita do Papa à Cova da Iria só será divulgado posteriormente.

Papas em Fátima

Francisco será o quarto Papa a visitar Fátima, depois de Paulo VI (1967), João Paulo II (1982, 1991 e 2000) e Bento XVI (2010).

As viagens internacionais dos Papas são uma novidade que remonta à segunda metade do século XX, com o pontificado de Paulo VI (1897-1978), que na última sessão do Concílio Vaticano II anunciou a intenção de entregar a Rosa de Ouro a Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Paulo VI quis ir a Fátima como peregrino em 13 de maio de 1967. João Paulo II, que em 13 de maio de 1981 tinha sido atingido com um tiro na Praça São Pedro, em um atentado contra a sua vida, foi à Cova da Iria um ano depois, agradecer publicamente a intercessão de Nossa Senhora de Fátima na sua recuperação.

Em maio de 1982, no aniversário desse primeiro atentado contra a sua vida, Karol Wojtyla (1920-2005) chegava a Fátima para “agradecer à Divina Providência neste lugar que a mãe de Deus parece ter escolhido de modo tão particular”.

O Papa polonês, hoje santo, voltou a Portugal nove anos depois. Em 10 maio de 1991, João Paulo II celebrou Missa no Estádio do Restelo e viajaria depois para os Açores e Madeira, antes de centrar-se no Santuário de Fátima, nos dias 12 e 13 maio.

Em 12 e 13 maio de 2000, já com a saúde debilitada, João Paulo II regressou a Portugal, para presidir a beatificação dos pastorinhos Francisco e Jacinta Marto. Na mesma ocasião, deu-se o anúncio da publicação da terceira parte do chamado “Segredo de Fátima”.

Bento XVI visitou Portugal de 11 a 14 de maio de 2010, para assinalar o décimo aniversário da beatificação de Francisco e Jacinta Marto, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto.

Em 2017 será a vez de Francisco. Tal como Paulo VI, centrará a visita exclusivamente na Cova da Iria, onde em 13 de maio de 2013 o então patriarca de Lisboa, Cardeal José Policarpo, consagrou o pontificado do Papa argentino à Virgem Maria.

Santuário de Fátima - História [2]

O Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima nasceu a partir da devoção à Virgem de Fátima. No local onde Nossa Senhora apareceu para as três crianças foi construída uma capela, hoje conhecida como Capelinha das Aparições.

Além da capela, integram o complexo do Santuário o Recinto / Esplanada do Rosário, a Basílica de Nossa Senhora do Rosário e colunatas, casa de retiros de Nossa Senhora do Carmo e Reitoria, casa de retiros de Nossa Senhora das Dores e albergue para doentes, praça Pio XII e Centro Pastoral Paulo VI, Basílica da Santíssima Trindade, Capela do Lausperene e a Capela da Reconciliação.

O projeto do Santuário foi criado pelo arquiteto holandês Gerardus Samuel van Krieken e executado por João Antunes, arquiteto português. No dia 13 de maio de 1928, foi benzida a primeira pedra pelo arcebispo de Évora, dom Manuel Mendes de Conceição Santos. A sagração aconteceu no dia 7 de outubro de 1953. No ano seguinte, o Papa Pio XII concedeu o título de basílica ao Santuário de Fátima.
História das aparições

As aparições de Nossa Senhora em Fátima começaram no dia 13 de maio de 1917, e tiveram como protagonistas três crianças que pastoreavam um pequeno rebanho, na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém.

Lúcia de Jesus, de 10 anos, e seus primos Francisco e Jacinta Marto, de 9 e 7 anos, respectivamente, saíram de casa após rezar o terço para brincar nas imediações, onde construíam uma pequena casa de pedras.

Enquanto mexiam nas pedras, viram uma luz brilhante, parecida com um relâmpago. Decidiram ir embora, mas foram surpreendidos por outro clarão, que logo se transformou em uma senhora segurando um terço branco.

A Senhora disse as pastorinhos que era preciso rezar muito, convidando-os a voltar ao local durante cinco meses consecutivos, sempre no dia 13, no mesmo horário.
Elas então voltaram e, nos dias 13 de junho, julho, setembro e outubro, a Senhora apareceu novamente. No dia 19 de agosto, a aparição aconteceu em outro local.
Na última aparição, ocorrida no dia 13 de outubro, a Senhora apareceu para as crianças e um grupo de 70.000 pessoas. Ela afirmou ser a “Senhora do Rosário” e então pediu que ali fosse construída uma capela em sua honra.

Após a aparição, o sol mudou de cor, ficando parecido com um disco de prata, e podia ser observado sem dificuldade. Além disso, girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo aproximar-se da Terra. Cumpria-se, então, o que a Virgem havia anunciado às crianças nas aparições de julho e setembro.

A Virgem de Fátima voltou a aparecer para Lúcia, que já era uma religiosa de Santa Doroteia, em 10 de dezembro de 1925, 15 de fevereiro de 1926 e na noite de 13 para 14 de junho de 1929. Nessas aparições, ela pediu a devoção dos cinco primeiros sábados, para que rezasse o terço, meditasse os mistérios do Rosário, confessassem-se e recebessem a Sagrada Comunhão, em reparação aos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria. Ela também pediu a consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração – repetindo o que já havia pedido em julho de 1917.

Anos depois, irmã Lúcia revelou que, entre abril e outubro de 1916, havia presenciado a aparição de um Anjo junto com os outros dois pastorinhos. O Anjo convidou-os à oração e à penitência.

Desde que aconteceram as aparições, o número de peregrinos em Cova da Iria só começou a aumentar. As peregrinações começaram a acontecer nos dias 13 de cada mês e foram intensificando-se, hoje ultrapassando os cinco milhões de visitas anuais.

Símbolo oficial do Centenário das Aparições de Fátima [3]


Memória descritiva

Imagem do amor incondicional, o Coração de Maria está configurado de forma plena com o Coração de Deus. O Símbolo do Centenário das Aparições de Fátima, tomado a partir da escultura "No Coração de Maria", da autoria de Cristina Rocha Leiria, pretende recordar a todos que é possível encontrar em Maria a imagem do amor misericordioso de Deus por toda a humanidade.

Assim o experimentaram Francisco, Jacinta e Lúcia e assim o pode experimentar cada peregrino da Senhora do Rosário, colocando-se diante do coração e vendo a sua face dentro desse símbolo universalmente lido como imagem do Amor.

Ao entrarmos no Coração de Maria, temos a certeza de chegarmos a Deus, como lembra o lema escolhido para celebrar o Centenário das Aparições de Fátima: «O meu Coração Imaculado conduzir-vos-á até Deus» (Memórias da Irmã Lúcia).

Logotipo da visita do Papa Francisco a Fátima[4]

Fátima (RV) - Foi apresentado o logotipo da vigem do Papa Francisco a Fátima, Portugal, programada para 12 e 13 de maio próximo. O emblema estará disponível em vários suportes e no cartaz oficial da visita papal.

Em declarações aos jornalistas, o Reitor do Santuário de Fátima, Pe. Carlos Cabecinhas, coordenador geral da visita do Papa, frisou que a nova imagem gráfica pretende retratar o "estilo de simplicidade e clareza" que caracteriza o Papa Francisco.

O logotipo, desenhado por Francisco Providência, apresenta o desenho de um coração, feito com as contas do rosário, rematadas por uma cruz. Dentro do coração está escrito: “Papa Francisco - Fátima 2017”. Abaixo do coração, do lado de fora, se encontra o lema da visita papal “Com Maria, Peregrino na Esperança e na Paz” e o logótipo das comemorações do centenário das aparições.

À nova imagem gráfica surge associada, no cartaz, uma fotografia do Papa Francisco com um sorriso, acenando com a mão esquerda.

“Procurámos valorizar a proximidade física e simpática do Papa, que, sorridente, acena com a mão num gesto de saudação e bênção”, refere o autor da imagem, Francisco Providência.
Esta imagem irá acompanhar toda a comunicação da visita do Papa, tanto no site quanto nas redes sociais.

(MJ/Santuário de Fátima)

domingo, 30 de abril de 2017

Atividades de Catequese: 4º Domingo da Páscoa ano A 2016/17

Que bom é comemorarmos juntos o Domingo do Bom Pastor não é verdade! Porque não em motivo maior de alegria em sabermos que Jesus é esse Bom Pastor que vem nos guiar rumo ao céu.

Quando lemos o Evangelho desse domingo (Jo. 10,1-10) ouvimos o próprio Jesus nos alertar sobre os falsos pastores que só querem nos levar para o caminho da perdição com falsas promessas que enchem nossos olhos e ao mesmo tempo nos cega para não vermos o grande mal que se esconde por detrás dessas ilusões.

Pois quem quer realmente ao céu não pode dar ouvidos a essas falsas promessas e largar a cruz que Deus lhe deu! Por isso que nossa atividade de catequese de hoje quer mostrar aos nossos catequizandos o amor de Deus por cada um de nós; para que no futuro eles não se percam em meio a tantas tentações que o mundo e os falsos pastores nos oferecem.

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terça-feira, 25 de abril de 2017

Terço das Sete Dores de Nossa Senhora – Como rezar (versão completa)

 Também conhecido como Coroa das Sete Dores ou Rosário das Sete Dores

O Terço das Sete Dores de Nossa Senhora, também conhecido como Coroa das Sete Dores ou Rosário das Sete Dores, faz parte da tradição da Igreja desde a Idade Média, mas tornou-se mais conhecido em todo o mundo a partir de 1981, depois das aparições de Maria Santíssima em Kibeho, uma localidade de Ruanda, no coração da África.

Essas aparições de Nossa Senhora a sete jovens foram fartamente documentadas com fotos, vídeos, áudios e acompanhadas e estudadas por médicos e teólogos que atestaram o seu caráter sobrenatural. Com as evidências levantadas, a Igreja local deu parecer favorável à devoção a Nossa Senhora de Kibeho e autorizou a construção de uma igreja dedicada a ela.

Quase vinte anos depois, em 21 de junho de 2001, a Santa Sé confirmou as aparições de Kibeho.

Em 31 de maio de 2003, foi dedicado a Maria, exatamente no local das primeiras aparições, o atual Santuário de Nossa Senhora das Dores, que recebe milhares de peregrinos, todos os anos, de todo o mundo.

Nas suas aparições em Kibeho, Nossa Senhora pediu que o Terço das Sete Dores fosse reintroduzido em todo o mundo.

COMO REZAR O TERÇO DAS SETE DORES DE NOSSA SENHORA

Há várias fórmulas consagradas há séculos na tradição da Igreja, mas o Terço das Sete Dores propagado a pedido de Nossa Senhora em Kibeho tem uma particularidade: quem o ensinou foi a própria Virgem das Dores.

Ele pode ser rezado em voz alta ou em contemplação silenciosa; sozinho ou em companhia; o que importa é que todas as orações, reflexões e meditações sejam feitas sempre do mais profundo do coração.

Não é necessário ter um terço especial para rezá-lo, mas é imprescindível que, a cada mistério doloroso, se medite durante algum tempo sobre a magnitude do sofrimento de Maria e, principalmente, sobre a força imensa do seu amor.

REZANDO O TERÇO DAS SETE DORES DE NOSSA SENHORA

Inicia-se com o Sinal da Cruz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Oração Introdutória: Ó Deus e Senhor meu, eu vos ofereço este Terço para a Vossa glória, para que sirva para honrar a Vossa Santa Mãe, a Virgem Maria, e para que eu a possa compartilhar e meditar os seus sofrimentos. Humildemente eu vos peço: concedei-me o arrependimento verdadeiro de meus pecados e dai-me a sabedoria e a humildade necessárias para que eu receba todas as indulgências concedidas por essas orações.

Ato de Contrição: Senhor meu, Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, Criador e Redentor meu: por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me, Senhor, de todo o meu coração, de Vos ter ofendido; pesa-me também de ter perdido o Céu e merecido o Inferno; e proponho firmemente, ajudado com o auxílio da Vossa divina graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão de minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia”.

Rezam-se três Ave-Marias.

1. Mistério da Primeira Dor de Maria: a profecia de Simeão

Jaculatória: “Ó Mãe de Misericórdia, lembrai-nos sempre das dores de vosso filho, Jesus Cristo”.

Meditação: A Santa Virgem Maria levou Jesus ao Templo de Jerusalém, como mandava a tradição que dizia que todos os recém-nascidos deveriam ser abençoados no Templo perante Deus. Lá, o velho sacerdote Simeão segurou o menino Jesus em seus braços e o Espírito Santo encheu o seu coração. Simeão então reconheceu Jesus como o Salvador prometido e elevou a criança na direção do Céu, dando graças e louvor a Deus por ter cumprido a promessa que Ele havia feito a Simeão – a de que ele viveria o suficiente para ver o Messias.

‘Eis que agora Vosso servo pode deixar em paz esta vida, meu Senhor’, disse ele. Então, ele olhou para Maria e disse: ‘E tu, mulher, uma espada de dor irá transpassar teu coração por conta do sofrimento que deve recair sobre o teu filho’.

A Santíssima Virgem sabia que havia dado à luz o Salvador da humanidade, então ela compreendeu e aceitou imediatamente a profecia de Simeão. Por mais que seu coração tivesse sido tocado profundamente pela graça de ser portadora do menino Jesus, ele permanecia pesado e atormentado, afinal ela sabia o que havia sido escrito a respeito das provações e subsequente morte do Salvador. Sempre que via seu filho, ela era constantemente relembrada dos sofrimentos aos quais ele seria submetido, até que esse sofrimento tornou-se inerente ao dela.

Oração: Querida Mãe Maria, cujo coração padeceu além da conta por nós, ensinai-nos a sofrer como vós sofrestes e, através do amor, a aceitar todo sofrimento pelo qual Deus considerar necessário que passemos. Que nós soframos, e que nosso sofrimento possa ser reconhecido por Deus somente, como o foi o vosso e o de vosso filho, Jesus. Não deixai que demonstremos o nosso sofrimento ao mundo, para que assim ele valha mais e possa ser usado para reparar os pecados de todos. A vós, ó Mãe, que sofrestes com o Salvador, nós oferecemos nosso sofrimento e o do mundo, por sermos todos filhos vossos. Uni nossas dores às vossas e às de Nosso Senhor Jesus Cristo e então oferecei-as a Deus nosso pai, para que Ele as reconheça – vós que sois a Mãe maior de tudo o que há.

De vós me compadeço, ó Mãe Dolorosa, pela dor que o vosso terno coração sentiu com a profecia do velho santo Simeão. Ó Mãe querida, pelo vosso tão aflito coração, concedei-me a virtude da humildade e o dom salutar do temor de Deus. Amém.

Reza-se um Pai-Nosso e sete Ave-Marias.

2. Mistério da Segunda Dor de Maria: a fuga para o Egito

Reza-se a jaculatória: Ó Mãe de Misericórdia, lembrai-nos sempre das dores de vosso filho, Jesus Cristo.

Meditação: O coração de Maria se partiu e suas perturbações só aumentaram quando José lhe contou as palavras do anjo: eles deveriam levantar imediatamente e partir para o Egito, porque o rei Herodes estava à procura de Jesus para matá-lo. A Santa Virgem não teve nem tempo para decidir o que levar e o que deixar; ela pegou seu filho e deixou todo o resto, saindo às pressas, à frente de José, para que fossem rápidos conforme Deus havia pedido. Ela, então, disse: ‘Ainda que Deus tenha poder sobre tudo, Ele quer que fujamos com Jesus, Seu filho. Deus nos mostrará o caminho e nós chegaremos lá sem que o inimigo nos acompanhe’.

Por ser a mãe de Jesus, a Virgem Santíssima o amava mais do que qualquer outra pessoa. Seu coração se perturbava profundamente só de pensar no incômodo de seu filho e, portanto, ela sofreu muito por ele ter passado frio e temor. Enquanto ela e seu marido estavam cansados, com sono e com fome durante a viagem de fuga, o pensamento de Maria sempre se focava na segurança e no conforto de seu filho. Ela temia se encontrar cara a cara com os soldados ordenados para matar Jesus, afinal ela sabia que o inimigo ainda estava em Belém. Seu coração permaneceu angustiado durante toda a fuga. Ela também sabia que, no lugar para o qual estavam indo, eles não encontrariam rostos amigáveis que os dessem boas-vindas.

Oração: Querida Mãe Maria, que tanto sofrestes, dai-nos o vosso coração tão valente. Dai-nos força para que sejamos também corajosos e aceitemos com amor os sofrimentos que Deus colocar em nosso caminho. Ajudai-nos também a aceitar todo sofrimento que a nós mesmos sujeitamos e que nos são infligidos por outros. Ó Mãe do Céu, vós somente purifiqueis o nosso sofrimento, para que sejamos gratos a Deus e tenhamos salvas as nossas almas.

De vós me compadeço, ó Mãe Dolorosa, pela angústia que o vosso sensibilíssimo coração experimentou com a fuga para o Egito e a permanência naquela terra estranha. Mãe querida, pelo vosso coração tão angustiado, alcançai-me a virtude da liberalidade, especialmente com os pobres, e o dom da piedade. Amém.

Reza-se um Pai-Nosso e sete Ave-Marias.

3. Mistério da Terceira Dor de Maria: a perda de Jesus no Templo

Reza-se a jaculatória: Ó Mãe de Misericórdia, lembrai-nos sempre das dores de vosso filho, Jesus Cristo.

Meditação: Jesus é o único filho gerado por Deus, mas ele foi também filho de Maria. A Virgem Santíssima amou Jesus mais do que ela mesma, porque ele era Deus. Comparado a outras crianças, ele era único justamente porque já vivia como Deus. Quando Maria perdeu Jesus, na volta de Jerusalém, o mundo fez-se tão vasto e fez dela tão solitária que ela sentiu que não poderia continuar vivendo sem ele, tão grande era seu sofrimento (ela sentiu a mesma dor que seu filho sentiu mais tarde, quando seus discípulos o abandonaram durante sua Paixão).

Enquanto procurava ansiosamente por seu filho amado, uma dor profunda atravessava o coração da Santa Mãe. Ela se culpava, se perguntava como tinha sido possível que não tivesse tido mais cuidado com ele. Mas não era culpa dela; Jesus não mais precisava de sua proteção, como até então havia precisado. O que doía mesmo em Maria era o fato de que seu filho havia decidido ficar sem o consentimento dela. Jesus havia agradado a ela em tudo: nunca a havia irritado de forma alguma e nem tinha feito desfeita alguma para com os seus pais. No entanto, ela sabia que ele sempre fazia aquilo que era necessário e, portanto, nunca suspeitou de sua obediência.

Oração: Querida Mãe Maria, ensinai-nos a aceitar todos os nossos sofrimentos por conta de nossos pecados e também para que sirvam de reparação pelos pecados do mundo.

De vós me compadeço, ó Mãe Dolorosa, pela tristeza e inquietação que o vosso coração sofreu com a perda do vosso amado Jesus. Mãe querida, pelo vosso coração tão vivamente agitado, alcançai-me a virtude da castidade e o dom da ciência. Amém.

Reza-se um Pai-Nosso e sete Ave-Marias.

4. Mistério da Quarta Dor de Maria: o encontro com Jesus a caminho do Calvário

Reza-se a jaculatória: Ó Mãe de Misericórdia, lembrai-nos sempre das dores de vosso filho, Jesus Cristo.

Meditação: Maria viu Jesus carregar a pesada cruz sozinho – a mesma na qual ele seria crucificado. Isso não surpreendeu a Virgem Santa porque ela já sabia da morte iminente de Nosso Senhor. Vendo que seu filho já estava quase abatido pelos inúmeros e duros golpes dos soldados, ela se enchia de angústia com a sua dor.

Os soldados continuavam a puxá-lo e a apressá-lo, ainda que ele não tivesse forças sobrando. Ele caiu, exausto, incapaz de se reerguer. Naquele momento, os olhos de Maria, que tanto já haviam se enchido de amor e compaixão, encontraram os dele, cheios de dor e cobertos de sangue. Seus corações, parecia, dividiam o fardo: toda dor que ele sentia, ela sentia também. Eles sabiam que não podiam fazer nada, a não ser esperar e acreditar em Deus e dedicar seus sofrimentos a Ele. Tudo que podiam fazer era colocar tudo nas mãos de Deus.

Oração: Querida Mãe Maria, tão arrasada pela dor, ajudai-nos a suportar nossos sofrimentos com amor e coragem, para que possamos aliviar o vosso coração pesaroso e também o de Jesus, vosso filho. Ao fazê-lo, que possamos glorificar Deus por ter nos dado Jesus, Seu filho amado, e também vós, ó Santa Mãe. Ensinai-nos a sofrer paciente e silenciosamente, como vós sofrestes. Concedei a graça de amar Deus em tudo. Ó Mãe Dolorosa, a mais aflita dentre todas as mães, tende piedade de nós, pecadores do mundo inteiro.

De vós me compadeço, ó Mãe Dolorosa, pela consternação que do vosso maternal coração se apoderou quando encontrastes Jesus com a pesada cruz a caminho do Calvário. Mãe querida, pelo vosso coração tão duramente provado, alcançai-me a virtude da paciência e o dom da fortaleza. Amém.

Reza-se um Pai-Nosso e sete Ave-Marias.

5. Mistério da Quinta Dor de Maria: aos pés da cruz

Reza-se a jaculatória: Ó Mãe de Misericórdia, lembrai-nos sempre das dores de vosso filho, Jesus Cristo.

Meditação: A Santíssima Virgem Maria continua a subir o monte do Calvário, seguindo de perto a Jesus, dolorosa e tristemente, embora sofresse em silêncio. Ela pôde vê-lo cambaleando e caindo com a cruz mais algumas vezes, e testemunhou seu filho sendo golpeado impiedosamente pelos soldados, que o puxavam pelo cabelo para que ficasse novamente em pé.

Além de ser inocente, Jesus, quando chegou ao topo do Calvário, foi ordenado a se manifestar perante a multidão, para que pudessem rir dele. Maria sentiu profundamente a dor e a humilhação de seu filho, particularmente quando seus opressores forçaram-no a despir o que havia sobrado de sua roupa. A Santa Mãe teve dores no coração ao ver aqueles tiranos crucificarem seu filho praticamente nu, envergonhando-o terrivelmente apenas para agradar a multidão zombeteira (ele e Maria sentiam mais vergonha do que as pessoas normais, porque eram santos e não conheciam o pecado).

A abençoada Virgem Maria sentiu uma dor insuportável quando Jesus foi estirado na cruz. Seus assassinos cantavam alegremente enquanto se aproximavam dele com martelos e pregos. Sentaram-se em cima dele, para que não pudesse se mover, enquanto o fincavam na cruz. Ao martelarem em suas mãos e pés, Maria sentiu os golpes em seu coração; os pregos perfuraram também a sua carne enquanto rasgavam o corpo de seu filho. Ela sentia a própria vida se desvanecendo.

Quando os soldados ergueram a cruz para encaixá-la no buraco que haviam cavado, eles empurraram-na para que caísse deliberadamente e, assim, fizesse com que o peso do corpo de Jesus rasgasse ainda mais suas mãos e expusesse seus ossos. A dor trespassou seu corpo como fogo líquido. Ele suportou três excruciantes horas pregado à cruz, mas a dor física que sentia não era nada comparada à dor agonizante que sentia no coração por ser obrigado a ver que sua mãe assistia ao seu sofrimento de perto. Misericordiosamente, ele então morre.

Oração: Querida Mãe Maria, Rainha dos Mártires, dai-nos a coragem que tivestes durante todo seu sofrimento para que possamos unir os nossos sofrimentos com os vossos e glorificar a Deus. Ajudai-nos a seguir os mandamentos que ele nos deixou, e também os da Igreja, para que o sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo não seja em vão e todos os pecadores do mundo sejam salvos.

De vós me compadeço, ó Mãe Dolorosa, pelo martírio que o vosso generosíssimo coração padeceu, assistindo à agonia de Jesus. Mãe querida, pelo vosso tão martirizado coração, alcançai-me a virtude da temperança e o dom do conselho. Amém.

Reza-se um Pai-Nosso e sete Ave-Marias.

6. Mistério da Sexta Dor de Maria: a Virgem Dolorosa recebe o corpo de Jesus em seus braços

Reza-se a jaculatória: Ó Mãe de Misericórdia, lembrai-nos sempre das dores de vosso filho, Jesus Cristo.

Meditação: Os amigos de Jesus, José de Arimateia e Nicodemos, desceram da cruz seu corpo morto e o colocaram nos braços abertos de sua Mãe Santíssima. Maria, então, lavou-o com profundo respeito e amor, pois era sua mãe e sabia melhor do que ninguém que ele era Deus incarnado, que tinha tomado um corpo de homem para ser o Salvador de todos os homens.

Maria podia ver as feridas da flagelação pela qual Jesus havia passado por ordens de Pilatos. Sua carna havia sido despedaçada, grandes tiras haviam sido arrancadas de suas costas. Seu corpo todo havia sido tão dilacerado que algumas feridas entrecruzavam-se, escancarando-o da cabeça aos pés. Maria descobriu que as feridas causadas pelos pregos eram menos cruéis que as causadas pela flagelação e pelo carregamento da cruz. Ela ficou horrorizada ao notar que seu filho havia sido capaz de carregar aquela cruz tão pesada e lascada até o Calvário. Ela viu a poça de sangue que havia se formado em sua testa por causa da coroa de espinhos e, para seu horror completo, ela percebeu que muitos dos espinhos farpados haviam penetrado tão fundo em sua cabeça que chegaram até a perfurar seu cérebro.

Olhando para seu filho inteiramente [… ferido], a Santíssima Mãe sabia que sua morte havia sido muito pior do que a tortura reservada ao mais perverso dos criminosos. Enquanto limpava seu corpo, ela se recordava dele em cada etapa de sua curta vida, rememorava o primeiro olhar que deu ao seu rosto de recém-nascido enquanto estavam ainda deitados na manjedoura, e se lembrou também de cada dia que se sucedeu a esse, até o fatídico e dilacerante momento em que ela banhava gentilmente o seu corpo sem vida. Sua angústia era implacável no momento em que preparava seu filho e Senhor para o sepultamento, mas ela permanecia valente e forte, tornando-se assim a verdadeira Rainha dos Mártires. Enquanto lavava seu filho, ela rezou por todos, para que conhecêssemos as riquezas do Paraíso e entrássemos pelos portões do Céu. Ela rezou por cada uma das almas do mundo, para que abraçassem a fé em Deus e, assim, fizessem com que a morte dolorosa de seu filho não fosse em vão e beneficiasse toda a humanidade. Maria rezou pelo mundo; ela rezou por todos nós.

Oração: Querida Mãe Maria, nós vos agradecemos pela vossa valentia ao suportar a dor de assistir o vosso filho padecer na cruz até o fim, para confortá-lo. No momento em que o nosso Salvador deu seu último suspiro, vós vos tornastes uma grande mãe de todos nós; vós vos tornastes a Santa Mãe do mundo. Bem sabemos que tendes mais amor por nós do que os nossos próprios pais, e nós vos imploramos: sede a nossa advogada perante o trono da graça e da misericórdia divinas, para que possamos realmente nos tornar vossos filhos. Nós vos agradecemos por Jesus, nosso Salvador e Redentor, e agradecemos a Jesus por ter vos dado a nós. Rogai por nós, ó Santa Mãe de Deus.

De vós me compadeço, ó Mãe Dolorosa, pela ferida que abriu no vosso piedosíssimo coração a lança que rasgou o lado de Jesus e feriu o seu amabilíssimo coração. Mãe querida, pelo vosso coração assim trespassado, alcançai-me a virtude da caridade fraterna e o dom do entendimento. Amém.

Reza-se um Pai-Nosso e sete Ave-Marias.

7. Mistério da Sétima Dor de Maria: Jesus é sepultado

Reza-se a jaculatória: Ó Mãe de Misericórdia, lembrai-nos sempre das dores de vosso filho, Jesus Cristo.

Meditação: A vida da Santíssima Virgem Maria foi tão proximamente ligada à de Jesus que ela achou que não havia mais motivo para continuar vivendo após a morte de seu filho. O único consolo que ela tinha era o de saber que a morte do filho havia dado fim àquele seu sofrimento inenarrável. Nossa Mãe Dolorosa, com a ajuda de João e da outra santa mulher, colocou cuidadosamente o corpo de Jesus no sepulcro e o deixou lá, como se fazia com todos os outros mortos. Ela foi para casa com uma dor terrível e uma tristeza aguda; pela primeira vez, ela estava sem ele e essa solidão era um novo tipo de dor, mais amargo. Seu coração vinha morrendo desde que o coração de seu filho havia parado de bater, mas ela ainda assim estava certa de que o nosso Salvador logo ressuscitaria.

Oração: Querida Mãe Maria, cuja beleza supera a de todas as mães; ó Mãe de Misericórdia, Mãe de Jesus e de todos nós, nós somos os vossos filhos e colocamos toda a nossa confiança em vós. Ensinai-nos a ver Deus em todas as coisas e situações, até mesmo em nossos sofrimentos. Ajudai-nos a entender a importância de sofrer e também o sentido que tem o nosso sofrimento, de acordo com a vontade de Deus.

Vós fostes concebida sem pecados e preservada do pecado, a ainda sim sofrestes mais do que qualquer um de nós. Vós aceitastes o sofrimento e a dor com amor e insuperável coragem. Vós ficastes ao lado de vosso filho desde que ele foi preso até que morresse. Vós sofrestes com ele, sentistes todas as dores e tormentos que ele teve. Vós cumpristes a vontade de Deus nosso Pai, e, de acordo com a Sua vontade, vos tornastes nossa salvadora junto de Jesus. Nós vos suplicamos, ó Mãe, que nos ensineis a fazer como fez Jesus: ensinai-nos a aceitar nossa cruz com coragem. Nós confiamos em vós, ó misericordiosa mãe, então ensinai-nos a nos sacrificar por todos os pecadores do mundo. Ajudai-nos a seguir os passos de vosso filho e a sermos capazes até de dar a nossa vida pelo outro.

De vós me compadeço, ó Mãe Dolorosa, pela dor intensa que amargurou o vosso amantíssimo coração na sepultura de Jesus. Mãe querida, pelo vosso imaculado coração, amargurado ao extremo, alcançai-me a virtude da diligência e o dom da sabedoria. Amém.

Reza-se um Pai-Nosso e sete Ave-Marias.

Reza-se a jaculatória: Ó Mãe de Misericórdia, lembrai-nos sempre das dores de vosso filho, Jesus Cristo.

Oração Final: Ó Rainha do Mártires, vosso coração muito sofreu. Eu vos imploro pelo mérito das lágrimas que chorastes durante esses períodos tristes e terríveis, que concedeis a mim e a todos os pecadores do mundo a graça de nos arrependermos sincera e verdadeiramente. Amém.

Reza-se três vezes a jaculatória: Ó Maria, que foi concebida sem pecado e sofreu por todos nós, rogai por nós!


Encerra-se o Terço com o Sinal da Cruz: Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Fonte: Site Aleteia.

domingo, 23 de abril de 2017

Atividades de Catequese: 3º Domingo da Páscoa ano A 2016/17

Participarmos da Santa Missa nesse período da Páscoa é tão bom, pois domingo a domingo ouvimos lindas narrativas das aparições de Jesus a alguns de seus discípulos, pois assim ele o quis.

No Evangelho que vamos conhecer hoje (Lc. 24,13-35), Jesus aparece aos discípulos que estão a caminho de Emaús, e que pelos relatos bíblicos não estavam junto dos demais quando Ele (Jesus) aparece na casa onde os discípulos se encontravam.

É bonito ver que mesmo não sendo reconhecido de imediato, Jesus não abandona seus amigos e vai com eles até o fim de sua jornada, só se revelando num simples partir de pão à mesa.

E mais belo é saber que mesmo nos dias de hoje, nós não o reconhecendo de imediato na Santa Eucaristia, Jesus vai caminhando com a gente até o fim de nossa peregrinação terrestre e não se cansa de se revelar no partir do pão a cada Santa Missa!... É emocionante ver e sentir tamanho amor que Deus tem por cada um de nós.

Por isso que a cada dia eu procuro fazer o melhor para evangelizar com esse blog, pois tenho fé e esperança em meu coração, que um dia essas atividades vão ser útil para alguém e ponte para ajudar nossos catequizando a chegar até Jesus.

Agora eu te peço: Antes de você imprimir nossas "Sementes da fé!" gostaria que você lesse primeiro o nosso termo de uso, clicando AQUI. Desde já agradeço!



1. Se você quiser saber como faz para imprimir esta atividade, é só clicar AQUI!

2. Se quiser saber como faço para configurá-las desta forma para exibir no meu blog é só clicar AQUI!

Fiquem com Deus e até a próxima atividade de catequese com mais uma das nossas "Sementes da fé!”. E que Deus abençoe mais este ano litúrgico que ficaremos juntos evangelizando!