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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Papa Francisco: A liturgia é um tesouro que não pode ser reduzido a gostos e correntes

A liturgia sagrada é um “tesouro vivo que não pode ser reduzido a gostos, receitas e correntes”, assinalou o Papa Francisco durante audiência concedida à Assembleia Plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos nesta quinta-feira, 14 de fevereiro, quando também disse que “para que a vida seja verdadeiramente um louvor agradável a Deus, é preciso de fato mudar o coração”.

O Santo Padre recordou que a assembleia deste ano tem como tema “A formação litúrgica do Povo de Deus” e disse que, “de fato, a tarefa que nos espera é essencialmente difundir entre o povo de Deus, o esplendor do mistério vivo do Senhor, que se manifesta na liturgia”.

“Falar da formação litúrgica do Povo de Deus significa antes de tudo tomar consciência do papel insubstituível que a liturgia desempenha na Igreja e para a Igreja. E pode ajudar concretamente o povo de Deus a interiorizar melhor a oração da Igreja, a amá-la como experiência de encontro com o Senhor e com os irmãos e, diante disso, redescobrir nela o conteúdo e observar seus ritos”, explicou o Papa.

Desse modo, o Pontífice reconheceu que “não basta mudar os livros litúrgicos para melhorar a qualidade da liturgia. Somente isto seria um engano”, mas, “para que a vida seja verdadeiramente um louvor agradável a Deus, é preciso de fato mudar o coração”.

Por isso, o Santo Padre destacou que “a conversão cristã é orientada a celebração cristã, que é um encontro da vida com o Deus dos vivos” e acrescentou que este é também o objetivo do trabalho da Congregação do Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, voltado a “ajudar o Papa a exercer o seu ministério em benefício da Igreja em oração espalhada por toda a terra”.

“Na comunhão eclesial, atuam tanto a Sé Apostólica como as Conferências Episcopais, em espírito de cooperação, diálogo e sinodalidade. A Santa Sé, de fato, não substitui os bispos, mas colabora com eles para servir, na riqueza das várias línguas e culturas, a vocação orante da Igreja no mundo”, afirmou.

Conferências Episcopais

Nesta linha, o Papa explicou que, com o Motu proprio “Magnum principium”, promulgado em3 de setembro de 2017, quis “favorecer, entre outras coisas, a necessidade de uma constante cooperação, plena de confiança recíproca, vigilante e criativa, entre as Conferências Episcopais e o Dicastério da Sé Apostólica que exerce a missão de promover a sagrada liturgia”.

Por isso, o Santo Padre assinalou que “o desejo é prosseguir no caminho da mútua colaboração, conscientes das responsabilidades envolvidas pela comunhão eclesial, na qual a unidade e a variedade encontram harmonia. É um problema de harmonia”.

O Papa Francisco também abordou o desafio da formação e disse que “não podemos esquecer que a liturgia é vida que forma, não uma ideia a ser aprendida”. E advertiu que é bom “na liturgia, como em outros âmbitos da vida eclesial, não acabar em estéreis polarizações ideológicas que nascem muitas vezes quando, considerando as próprias ideias válidas para todos os contextos, chega-se a assumir uma atitude de perene dialética em relação a quem não as compartilha”.

Portanto, o Pontífice reconheceu que em certas ocasiões “corre-se o risco de voltar-se a um passado que não existe mais ou de fugir para um futuro presumido como tal. O ponto de partida, pelo contrário, é reconhecer a realidade da sagrada liturgia, tesouro vivo que não pode ser reduzido a gostos, receitas e correntes, mas deve ser acolhido com docilidade e promovido com amor, enquanto alimento insubstituível para o crescimento orgânico do Povo de Deus”.

“A liturgia não é ‘o campo do faça-você-mesmo’, mas a epifania da comunhão eclesial”, assegurou o Papa. “Portanto, nas orações e nos gestos ressoa o ‘nós’ e não o ‘eu’; a comunidade real, não o sujeito ideal. Quando se recordam nostalgicamente tendências passadas ou se querem impor novas, corre-se o risco de antepor a parte ao todo, o eu ao Povo de Deus, o abstrato ao concreto, a ideologia à comunhão, e na raiz, o mundano ao espiritual”, indicou.

Desse modo, o Papa explicou que, “sendo a liturgia uma experiência voltada à conversão da vida pela assimilação do modo de pensar e de comportar-se do Senhor, a formação litúrgica não pode limitar-se simplesmente em oferecer conhecimentos – isso é errado –, mesmo necessários, sobre os livros litúrgicos, e tampouco tutelar o cumprimento das disciplinas rituais”, advertiu.

“Para que a liturgia possa cumprir sua função formativa e transformadora, é necessário que os pastores e leigos sejam introduzidos a compreender dela o significado e a linguagem simbólica, incluindo a arte, o canto e a música a serviço do mistério celebrado, também o silêncio”.

Além disso, o Santo Padre recordou que o Catecismo da Igreja Católica “adota o caminho mistagógico para ilustrar a liturgia, valorizando nela a oração e os sinais”, e explicou que a mistagogia é “um caminho idôneo para entrar no mistério da liturgia, no encontro vivo com o Senhor crucificado e ressuscitado. Mistagogia significa descobrir a vida nova que no Povo de Deus recebemos mediante os Sacramentos, e redescobrir continuamente a beleza de renová-la”, afirmou.

Formação permanente

Sobre as etapas da formação, o Papa Francisco recordou que “é necessário cultivar a formação permanente do clero e dos leigos, especialmente aqueles envolvidos nos ministérios ao serviço da liturgia. A formação não apenas uma vez, mas permanente”.

Assim, o Pontífice ressaltou que “as responsabilidades educativas são compartilhadas, mesmo que cada diocese esteja mais envolvida na fase operativa” e assinalou que “a reflexão de vocês vai ajudar o Dicastério a amadurecer linhas e diretrizes para oferecer, no espírito de serviço, a quem – Conferências Episcopais, dioceses, institutos de formação, revistas – tem a responsabilidade de cuidar e acompanhar a formação litúrgica do Povo de Deus”.

Ao finalizar, o Santo Padre assegurou que “todos somos chamados a aprofundar e reavivar a nossa formação litúrgica”, porque a liturgia é, de fato, “o caminho principal através do qual a vida cristã passa em cada fase de seu crescimento”.

Fonte: AciDigital.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Há 60 anos, foi anunciado o Concílio Vaticano II por São João XXIII



Vaticano, 25 Jan. 19 / 12:25 pm (ACI).- Em um dia como hoje, 25 de janeiro, mas no ano de 1959, o Papa João XXIII anunciou na Basílica de São Paulo Extramuros para cerca de 20 cardeais reunidos em Consistório o desejo de convocar o Concílio Vaticano II.

"Meus veneráveis irmãos do colégio cardinalício! Pronuncio diante de vós, por certo tremendo um pouco pela comoção, mas ao mesmo tempo com humilde firmeza de propósito, o nome e a proposta da dúplice celebração de um Sínodo diocesano para Roma e de um Concílio geral para a Igreja universal", foram as palavras proferidas pelo Pontífice.

De acordo com o secretário do Papa, em declarações coletadas por Vatican News nesta sexta-feira, 25 de janeiro, os presentes na Basílica Romana responderam com absoluto silêncio, sem aplausos. O assombro se espalhou entre todos os cardeais ao escutarem a materialização de um trabalho que parecia inabarcável e que havia sido adiado por muitos anos.

O anúncio, totalmente inesperado, ocorreu justo após a semana de oração pela unidade dos cristãos, quando João XXIII tinha apenas três meses na sede de Pedro.

Com essa convocação, São João XXIII confirmou que suas intenções não eram simplesmente de ser um Papa de transição, mas que, apesar de sua idade de 77 anos, ele pretendia deixar uma marca profunda na Igreja.

No momento da convocação, nem o Papa nem seus assessores tinham muito claro o conteúdo do Concílio. O mesmo Pontífice afirmaria em uma mensagem em 29 de abril de 1959 que "na hora de anunciar o Concílio Ecumênico escutamos a inspiração" do Espírito Santo.

Após o anúncio do Concílio Ecumênico, começou um longo processo de preparação até a sua inauguração em 11 de outubro de 1962, na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Seu objetivo era o "aggiornamento", a atualização da Igreja para aproximá-lo do mundo atual.

Seu trabalho foi dividido em quatro etapas e cerca de 2.000 Padres Conciliares do mundo inteiro participaram.

Embora no momento do anúncio, na Basílica de São Paulo, o caminho a seguir não estivesse claro, o trabalho feito para a sessão de abertura ajudou a esclarecer os seus objetivos: não se tratava de definir novas verdades nem de condenar erros, mas era necessário renovar a Igreja para torná-la capaz de transmitir o Evangelho nos novos tempos.

Em seu discurso de abertura, o Papa falou algumas palavras que mostravam a esperança e a confiança no Espírito Santo com as quais a Igreja se comprometeu com o Concílio: "O Concílio, que agora começa, surge na Igreja como dia que promete a luz mais brilhante. Estamos apenas na aurora: mas já o primeiro anúncio do dia que nasce de quanta suavidade não enche o nosso coração! Aqui tudo respira santidade, tudo leva a exultar!".

O Concílio Vaticano II terminou em 8 de dezembro de 1965, já com o Papa São Paulo VI, eleito Sucessor de Pedro em 21 de junho de 1963, após a morte de São João XXIII em 3 de junho daquele mesmo ano.


sábado, 19 de janeiro de 2019

Há jovens que querem mudar de sexo só porque está na moda, alerta psiquiatra

Médico que já conduziu vários processos de "mudança de gênero" admite que o número de casos falsos de "disforia" tem crescido.

É possível que alguém queira ser transgênero porque está na moda? Segundo o psiquiatra Stephen Stathis, sim – e ele não tem nada de “transfóbico”, mas, pelo contrário, é diretor da clínica de gênero do Hospital Infantil Lady Cilento, na cidade australiana de Brisbane. Ele chegou até mesmo a conduzir o processo de “mudança de gênero” de um menino que, aos 18 meses, já dizia que queria ser menina. Hoje, aos 9 anos, atende por Olivia.

De acordo com entrevista publicada no jornal australiano The Courier Mail, Stathis reconhece que cada vez mais há casos de adolescentes confusos ou advindos de uma experiência traumática que querem ser transgêneros porque isso está em alta, porque facilitaria a sua vida ou lhes daria destaque. “Um deles chegou a me dizer: ‘Doutor Stephen, quero ser transgênero… É o novo negro’”, contou o psiquiatra.

Além disso, há muitas garotas que querem se redefinir como garotos por terem sofrido algum abuso sexual. Elas dizem: “Se eu fosse homem, não teria sofrido um abuso”, explicou Stathis. De acordo com ele, alguns estão tão convencidos de que a sua vida seria melhor se fossem do sexo oposto que chegam a cometer mutilação genital.

Atento à situação, o governo australiano aprovou o financiamento de um estudo com 180 jovens que se consideram transgêneros, a fim de pesquisar os casos e aprender a distinguir melhor entre os verdadeiros e os falsos casos de disforia de gênero.


Segundo Stathis, o perigo é que, passada a juventude, essas pessoas voltem a se identificar com seu sexo original. Como alguns dos tratamentos realizados para a mudança de sexo são irreversíveis, o psiquiatra tem obrigado seus pacientes a passar por exames de saúde mental antes de dar início ao tratamento.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019


Papa Bento XVI em 2010 disse que “A melhor catequese é a Eucaristia bem celebrada”, pois podemos aprender muito sobre o grande mistério que é o Amor de Cristo por cada um de nós! E fora que podemos mergulhar em sua vida e nos aprofundarmos na fé e na história da Igreja.

Papa Francisco em ... nos presenteou com uma série de catequeses sobre a Santa Missa e nós começamos a publicar essas catequeses em nossa fanpage no dia 01 de janeiro e para que nada se perca e caso queiramos reler todas, estou colocando seus links aqui. Aproveitem! :D

1ª Catequese, clique AQUI.
2ª Catequese, clique AQUI.
3ª Catequese, clique AQUI.
4ª Catequese, clique AQUI.
5ª Catequese, clique AQUI.
6ª Catequese, clique AQUI.
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8ª Catequese, clique AQUI.
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14ª Catequese, clique AQUI.
15ª Catequese, clique AQUI.

Espero que tenham gostado! Eu peço que nos ajude a divulgar nosso blog e redes sociais curtindo e compartilhando nossos posts!

Fiquem com Deus e até uma próxima postagem! :)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Aprenda dez dicas para santificar o seu ambiente de trabalho



Nem sempre o ambiente do trabalho é um local de paz e harmonia. São Josemaria Escrivá sempre ensinou aos seus filhos que todo trabalho é um local oportuno para estar mais próximo de Deus e dos irmãos: “Santificar o trabalho próprio não é uma quimera, mas missão de todo o cristão; tua e minha”. Por isso, é importante entender as dez dicas para santificar o trabalho.

Sabemos que, nem sempre o ambiente do trabalho é um local de paz e harmonia. Muitos são os conflitos nas fábricas, nos escritórios, hospitais. Seguem 10 dicas para que seu trabalho seja santificado:

1 – Realizar com amor suas tarefas
Não basta apenas executar uma tarefa, ela precisa ser realizada com amor. Seu salário é fruto do seu trabalho e outras pessoas são destinatárias dele. O seu amor dará qualidade ao que for executado. Quando uma atividade é realizada com amor, os frutos são de bênçãos.

2 – Ser educado com todos
A educação é um valor universal. Pessoas frustradas geralmente descarregam suas insatisfações pessoais sobre os colegas de trabalho. Quer ser tratado com educação e respeito no ambiente de trabalho? Comece a observar como você tem tratado as pessoas. Se você as respeita, mas elas não o respeitam, então, o problema não está com você, mas com elas.

3 – Saber silenciar
O silêncio é amigo dos sábios. No ambiente de trabalho, muitas vezes, é necessário exercitar o silêncio diante de situações complexas que não precisam ser alimentadas pela força das palavras. Silenciar-se é tão terapêutico quanto o falar.

4 – Não fofocar
A fofoca é a erva daninha nas empresas. O respeito à pessoa do outro é fundamental. Se não gostamos de determinada atitude de alguém no ambiente de trabalho, devemos procurar essa pessoa e conversar diretamente com ela. Fofoca destroem pessoas, amizades e empresas.

5 – Seu salário é fruto do seu trabalho
O salário que você recebe no fim do mês é fruto do seu suor. Ninguém é obrigado a ganhar o seu salário por você. Muitos se acomodam e deixam sobrecarregados seus colegas. Nenhuma empresa é obrigada a pagar por um serviço que não está sendo executado.

6 – Colaborar com os colegas
Muitos são aqueles que trabalham apenas pensando em si mesmos e não colaboram com os novos colegas que chegam. Colaborar, ajudar, partilhar é um ato de amor e um testemunho cristão. Ontem você estava no lugar de quem hoje chegou.

7 – Ser misericordioso com o próximo
A misericórdia é um gesto de amor ensinado por Jesus. Antes de julgar devemos ajudar. Toda pessoa é fruto da história de uma vida. Jesus sabia muito bem dessa verdade, por isso não se prendia a rótulos, mas ao coração de cada um que d’Ele se aproximava.

8 – Perdoar as faltas alheias
O perdão é dádiva divina. Uma vez que perdoamos alguém, libertamos nossa alma dos sentimentos negativos associados à falta do perdão, e concedemos a nós mesmos a liberdade de caminharmos livres de tudo aquilo que nos aprisiona ao agressor.

9 – Aprender ouvir
Quem aprende a ouvir em silêncio é um promotor da paz. A palavra antes de ser pronunciadas, precisam ser geradas no silêncio da misericórdia.

10 – Orar
Animados, na força da oração, encontraremos o caminho para superar as dificuldades do trabalho e construir, dentro das empresas, lugares da paz e da misericórdia. Orar é alimentar a alma da presença do Senhor. Somente pode oferecer amor quem dele se alimenta diariamente.

Escrito por Pe. Flavio Sobreiro.


domingo, 6 de janeiro de 2019

Epifania do Senhor



A festa da Epifania é conhecida também como a festa dos reis magos que irão representar a aceitação futura de toda mensagem de Jesus nas diversas etnias e culturas da terra. Que possamos sempre nos desacomodar e ir de encontro ao que o Senhor nos pede em relação a nós e aos nossos irmãos.

Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: ‘Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo’. Ao saber disto, o rei Herodes ficou perturbado assim como toda a cidade de Jerusalém. Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da lei, perguntava-lhes onde o messias deveria nascer. Eles responderam: ‘Em Belém, na Judéia, pois assim foi escrito pelo profeta: e tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo’. Então Herodes chamou em segredos os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. Depois os enviou a Belém, dizendo: ‘Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E,
quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo’. Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no oriente, ia diante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho. (Mt 02, 01-12)

‘Onde está o Rei dos Judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo‘.

Quando fizemos uma análise do que significava a figura do rei para o povo de Israel no início da sua história, percebemos que era um líder responsável pela manutenção do povo em todos os sentidos. Infelizmente esta figura foi se deteriorando no decorrer do tempo e o mal exemplo doas outras nações, bem como a dominação romana, fez que o rei estivesse mais em busca de seu prazer do que da salvação de seu povo.

Percebemos em Herodes o homem que recebe um poder de Deus mas não sabe utilizá-lo. Fica perdido em seu egoísmo lhe levando automaticamente a sentir medo de suas próprias atitudes.

Os reis magos representam a aceitação do projeto de Deus em outros povos que com humildade reconhecem a presença de Deus na história. O povo de Israel não soube aproveitar a Aliança que Deus fez com eles. Muitas vezes temos grandes tesouros escondidos e não temos coragem de descobri-los e utilizá-los para o nosso bem
e para o bem do próximo.

Os presentes oferecidos a Jesus menino são o futuro de sua missão. O ouro representa o reinado, o incenso a sua divindade e a mirra o seu sofrimento. Quando queremos realmente fazer a vontade de Deus teremos que enfrentar a nós mesmos. Precisamos sair de nosso comodismo e relativizar nossas posições. Se Herodes fosse mais corajoso em relação a sua própria pessoa, como foram os magos, certamente iria ir de encontro ao projeto de Deus em Jesus Cristo. O comodismo pode nos levar a morte quando passamos a nos preocupar só com nossos interesses pessoais.

Quanto mais poder temos, mais responsabilidade assumimos não em favor de nós mesmos mas em relação a nossa missão. A humildade dos reis magos é muito importante para nós hoje que pensamos ser os protagonistas da história deixando Deus o nosso Criador em segundo plano.

Devemos nesta festa dos reis magos dar o verdadeiro presente a Jesus que é o nosso coração. Não podemos nos iludir com a compra e a venda do mundo moderno. O ser humano vale muito mais do que isto. Fomos criados para Deus e só nele poderemos encontrar a razão de nossa vida.

Fonte: catolico.org.br https://www.portalcatolico.org.br/


sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Sagrado Coração de Jesus



A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é tão forte e fiel quanto a do Sagrado Coração de Maria e muitos chegam até a confundir e misturar as histórias. Mas o fato é que a proporção do amor a esse símbolo da Igreja Católica não pode e nem deve ser mensurada, tamanha a sua importância na vida de quem o segue.

Celebrado no dia 15 de junho, trazemos hoje para vocês a história e os milagres por trás dessa linda imagem, que nos lembra todos os dias do amor de Cristo e da verdade que temos que cultivar em nossos corações.

História

Em 1673, Santa Margarida Maria de Alacaque recebeu várias revelações de Jesus Cristo que a fizeram formar uma equipe de apóstolos a essa devoção. Em uma dessas revelações, Santa Margarida foi incumbida de pedir ao rei Luís XIV que consagrasse o Sagrado Coração de Jesus para que ele colocasse-o nas armas da França toda vez que fosse combater os inimigos da Igreja.

Ela garantia ao rei que o Coração de Jesus o ampararia e conduziria o seu reinado a uma grande glória e o esperado dessa atitude é que a França conseguiria atingir um verdadeiro apogeu católico através da restauração da civilização cristã

12 promessas do Sagrado Coração de Jesus

1 - “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;
2 - “Eu darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado”;
3 - “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;
4 - “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;
5 - “Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte”;
6 - “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;
7 - “Os pecadores encontrarão, em meu Coração, fonte inesgotável de misericórdias”;
8 - “As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção”;
9 - “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;
10 - “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;
11 - “As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;
12 - “A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.

Significado

Mas, o que mais importa para nós cristãos é a simbologia e o real significado do Coração de Jesus. Mais do que o órgão vital, a devoção deve ser encarada como uma extensão da vontade e do propósito humano. É através dele que se expressa a santidade humana, sua vontade, alma e seus pensamentos.
O coração é o símbolo que melhor demonstra a união de todos os sentimentos de uma pessoa. É nele que guardamos nossas vontades mais sinceras e é através dele que mostramos nossos sentimentos.
É por isso que adoramos o Sagrado Coração de Jesus, é por ele que celebramos e pedimos com todas as forças e pensamentos e é nele que colocamos todo o nosso foco: no amor de Cristo. O coração é um dos modos para falar do infinito amor de Deus, do amor que chega a seu ponto alto com a vinda de Jesus.

Devoção

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é feita todas as primeiras sextas-feiras de cada mês. São nelas que devemos procurar conhecer a nossa razão de ser e a verdeira razão dos nossos propósitos. Nelas, temos a oportunidade de elevar nossas almas ao Coração de Jesus e pedir para que com sua pureza de sentimentos limpe todos os nosso vícios e pecados e nos dê sabedoria para seguir em frente de acordo com os seus ensinamentos.