sábado, 16 de março de 2019

Campanha da Fraternidade 2019, Atividades de Catequese

Oi galerinha do Blog! Desculpa o texto esta todo desalinhado, mas é porque estou postando de um App no celular, ai já viu né! kkkk
Mas gente, queria muito mostrar pra vocês as primeiras fotos que recebi com as atividades de catequese sobre a Campanha da Fraternidade! 殺
Como não consigo publicar fotos por aqui estou colocando o link da nossa página no Facebook e do Instagram também para vocês poderem ver as fotos!
São só duas, mas valeu por zilhões de fotos!
E já queria te pedir seu  (joinha) nas duas redes sociais do nosso blog!
Nos ajude a evangelizar!
Fiquem com Deus!

sexta-feira, 15 de março de 2019

Grupo Amigos de Jesus

Nossa experiência com o WhatsApp rendeu mais um fruto! O primeiro foi uma "Lista de Transmissão" onde podemos interagir com muitos leitores de nosso blog e juntos evangelizarmos levando curiosidades e formação vindas de grandes sites católicos aqui na internet!

E vocês não sabem como isso alegra meu coração!

O segundo fruto dessa experiência foi o nosso Grupo de WhatsApp que estamos chamando de "AMIGOS DE JESUS" onde já contamos com mais de 70 membros que recebem todos os dias algum material de formação, curiosidade, partilha da Palavra de Deus... Enfim, muitas coisas legais!

E você quer também fazer parte de nossa turma?! É só clicar AQUI e aceitar o convite!

Vale lembrar uma coisa aqui: Por motivos de evitar excessos de mensagens e imagens em seu celular, o que pode ocupar muito espaço na memória, decidimos que somente os administradores farão as postagens! Caso queira nos contactar é só chamar no direct.

Fiquem com Deus e venham participar desse grupo de evangelização e convite os amigos e familiares também!

quarta-feira, 6 de março de 2019

Mensagem do Papa para a Quaresma de 2019

“A criação encontra-se em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus"

POR VATICAN NEWS
26 de fevereiro de 2019

O texto foi divulgado esta terça-feira (26/02) na Sala de Imprensa da Santa Sé, com o título “A criação encontra-se em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus”, extraído de Romanos 8,19.

O Pontífice oferece algumas propostas de reflexão para acompanharem o caminho de conversão nesta Quaresma.

O Pontífice destaca que a criação se beneficia da redenção do homem quando este vive como filho de Deus, isto é, como pessoa redimida. Neste mundo, porém, adverte Francisco, “a harmonia gerada pela redenção continua ainda – e sempre estará – ameaçada pela força negativa do pecado e da morte”.

Com efeito, prossegue o Papa, quando não vivemos como filhos de Deus, muitas vezes adotamos comportamentos destruidores do próximo, das outras criaturas, mas também de nós mesmos. Isso leva a um estilo de vida que viola os limites que a nossa condição humana e a natureza nos pedem para respeitar, seguindo desejos incontrolados.

“Se não estivermos voltados continuamente para a Páscoa, para o horizonte da Ressurreição, é claro que acaba por se impor a lógica do tudo e imediatamente, do possuir cada vez mais.”

A aparição do mal no meio dos homens interrompeu a comunhão com Deus, com os outros e com a criação, a ponto de o jardim se transformar num deserto.

Trata-se daquele pecado que leva o homem a considerar-se como deus da criação, explica o Papa, a sentir-se o seu senhor absoluto. Quando se abandona a lei de Deus, a lei do amor, acaba por se afirmar a lei do mais forte sobre o mais fraco.

“O pecado, manifestando-se como avidez, ambição desmedida de bem-estar, desinteresse pelo bem dos outros – leva à exploração da criação (pessoas e meio ambiente), movidos por aquela ganância insaciável que considera todo o desejo um direito e que, mais cedo ou mais tarde, acabará por destruir inclusive quem está dominado por ela.”

Por isso, a criação tem impelente necessidade que se revelem os filhos de Deus. E o caminho rumo à Páscoa chama-nos precisamente a restaurar a nossa fisionomia e o nosso coração de cristãos, através do arrependimento, a conversão e o perdão, para podermos viver toda a riqueza da graça do mistério pascal.

A Quaresma chama os cristãos a encarnarem, de forma mais intensa e concreta, o mistério pascal na sua vida pessoal, familiar e social, particularmente através do jejum, da oração e da esmola.

Jejuar, isto é, aprender a modificar a nossa atitude para com os outros e as criaturas: passar da tentação de «devorar» tudo para satisfazer a nossa voracidade, à capacidade de sofrer por amor, que pode preencher o vazio do nosso coração. Orar, para saber renunciar à idolatria e à autossuficiência do nosso eu, e nos declararmos necessitados do Senhor e da sua misericórdia. Dar esmola, para sair da insensatez de viver e acumular tudo para nós mesmos.

“Queridos irmãos e irmãs, a ‘quaresma’ do Filho de Deus consistiu em entrar no deserto da criação para fazê-la voltar a ser aquele jardim da comunhão com Deus. Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação.”

“Não deixemos que passe em vão este tempo favorável!”, é o apelo final do Papa.

Fonte: Site Aleteia.

terça-feira, 5 de março de 2019

Dom Murilo: A Campanha da Fraternidade de 2019



A política é o espaço de poder e opiniões em que diferentes necessidades se enfrentam ou se unem, com visões e concepções distintas, em busca do interesse comum.

Dom Murilo S.R. Krieger, scj, Arcebispo de São Salvador da Bahia – Primaz do Brasil

Neste dia 6 de março – Quarta-feira de Cinzas –, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança a Campanha da Fraternidade (CF) de 2019, que tem como tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e, como lema, uma frase do profeta Isaías: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27).

Se cada CF é uma proposta de conversão quaresmal, a deste ano tem como objetivo “estimular a participação em Políticas Públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja, para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais da fraternidade”.

Políticas Públicas são ações e programas desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos previstos na Constituição Federal e em outas leis. É preciso ter clareza quanto à diferença que há entre “política” e “Políticas Públicas”. A política é o espaço de poder e opiniões em que diferentes necessidades se enfrentam ou se unem, com visões e concepções distintas, em busca do interesse comum. Já as Políticas Públicas englobam os mais diferentes ramos do pensamento, como as ciências sociais, as ciências políticas, as ciências econômicas e as ciências da administração pública. As Políticas Públicas representam, pois, soluções específicas para o atendimento das necessidades e a solução dos problemas da sociedade. Dizem respeito às ações do Estado que buscam garantir a segurança e a ordem sociais e regular a relação entre as instituições e os diversos atores, sejam individuais ou coletivos (consumidores, empresários, trabalhadores, corporações, centrais sindicais, mídia, entidades do terceiro setor etc.), envolvidos na solução de um determinado problema.

Há Políticas Públicas de Estado e de governo. As políticas de Estado encontram-se amparadas pela Constituição (“Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente” – Art. 1º, parágrafo único), e devem ser realizadas independentemente do governo que estiver no poder. Já as políticas de governo são especificas a cada período do governante, uma vez que no regime democrático há alternância no exercício dos poderes executivo e legislativo.

Um dos atores principais na formulação da proposta de implementação de Políticas Públicas é a denominada Sociedade Civil, especialmente por meio do Terceiro Setor. Abre-se aqui, portanto, um imenso campo de participação para os cidadãos, chamados a dar sua contribuição quando se trata da escolha das Políticas Públicas a serem implementadas. Critérios fundamentais devem ser observados na escolha dessas Políticas, sobretudo a garantia dos direitos fundamentais do ser humano, isto é, a ordem justa da sociedade e a justiça social, que nos obrigam a ter uma preocupação especial com os mais pobres e desprotegidos.

O assunto é fascinante, amplo e desafiador. Para abordá-lo e meditar sobre ele, teremos o tempo da Quaresma. Participe!


Clique AQUI para ter acesso às nossas atividades de catequese com o tema da CF 2019!

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Atividades de Catequese: Campanha da Fraternidade 2019

Sabe aquela sensação de que poderia ter feito melhor, de que faltou algo a mais para poder entregar um trabalho de evangelização a altura de Deus?!... Pois é, esse ano estou com essa sensação em relação às nossas atividades de catequese da Campanha da Fraternidade.

Foram muitos desafios para desenvolve-las e que me atrapalharam muito! Mas tenho certeza em meu coração que mesmo em meio a tantas coisas ruins que estão me acontecendo nesse início de ano eu fiz o melhor possível para poder evangelizar e espero que essas "Sementes da fé!" rendam lindos frutos nesse nosso Brasilzão a fora!

Então sem enrolar mais, pois não tenho muito o que dizer, aqui estão nossas atividades de catequese sobre a Campanha da Fraternidade 2019!

E queria pedir um favor a todos vocês: QUEM UTILIZAR NOSSAS ATIVIDADES DE CATEQUESE, TIREM UMA FOTO DA SUA TURMINHA FAZENDO NOSSAS ATIVIDADES E ME MANTEM PELO NOSSO WHATSAPP!

Vocês acreditam que nunca vi nossas atividades de catequese sendo utilizadas ao longo desses anos!

Agora eu te peço: Antes de você imprimir nossas "Sementes da fé!" gostaria que você lesse primeiro o nosso termo de uso, clicando AQUI. Desde já agradeço!






1. Se você quiser saber como faz para imprimir esta atividade, é só clicar AQUI!

2. Se quiser saber como faço para configurá-las desta forma para exibir no meu blog é só clicar AQUI!

Fiquem com Deus e até a próxima atividade de catequese com mais uma das nossas "Sementes da fé!”. E que Deus abençoe mais este ano litúrgico que ficaremos juntos evangelizando!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Como relacionar-se com Nossa Senhora no dia a dia?



A presença de Nossa Senhora se revela em nosso dia a dia

Cada paróquia no Brasil tem um título de Nossa Senhora, que ganha destaque na comunidade local. Quando se aproxima a festa relacionada a esse título mariano, a paróquia se mobiliza, faz novena, quermesse e celebra muito a festividade. Mas Nossa Senhora só está presente em nossa vida nesses momentos particulares? Somos fiéis devotos dela, mas só pedimos sua interseção nas Missas celebrativas ou quando estamos com problemas a resolver? Não é esse o desejo de Deus ao nos dar Maria como Mãe nem é o desejo dela ao nos assumir como filhos. Ela quer participar do nosso dia a dia, auxiliando-nos e fortalecendo-nos na caminhada até Deus.

Auxílio dos cristãos
São Bernardo nos ensina que “nos perigos, nas angústias e dúvidas devemos pensar em Maria, invocando-a”. São Boaventura afirma: “Jamais li que algum santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem”. Na oração da Ladainha de Nossa Senhora, nós a chamamos de “auxílio dos cristãos”. Sim, ela o é! Nossa Senhora é Auxiliadora!

No Evangelho de João 19,26-27, vemos que “Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse a ela: ‘Mulher, eis o teu filho!’. Depois, disse ao discípulo: ‘Eis a tua mãe!’. A partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu’”. Papa Francisco, ao meditar essa leitura, fala-nos: “Temos uma Mãe que está conosco, que nos protege, acompanha e ajuda também nos tempos difíceis, nos maus momentos”. Podemos encontrar um vasto conteúdo nos escritos dos Papas e Santos da Igreja, mostrando-nos a real maternidade de Maria. A resposta de João às Palavras do Cristo na cruz nos mostra qual deve ser nossa postura ao acolher a Virgem Santa como Mãe: “A partir daquela hora, o discípulo a acolhe no que era seu”. Esse é o centro do relacionamento materno entre Maria e seus filhos, não somente crer na maternidade, mas trazer Nossa Senhora para perto, colocá-la a par dos acontecimentos e sentimentos que diariamente compõem nossa vida e, para isso, há um caminho eficaz: a oração.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Papa Francisco: A liturgia é um tesouro que não pode ser reduzido a gostos e correntes

A liturgia sagrada é um “tesouro vivo que não pode ser reduzido a gostos, receitas e correntes”, assinalou o Papa Francisco durante audiência concedida à Assembleia Plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos nesta quinta-feira, 14 de fevereiro, quando também disse que “para que a vida seja verdadeiramente um louvor agradável a Deus, é preciso de fato mudar o coração”.

O Santo Padre recordou que a assembleia deste ano tem como tema “A formação litúrgica do Povo de Deus” e disse que, “de fato, a tarefa que nos espera é essencialmente difundir entre o povo de Deus, o esplendor do mistério vivo do Senhor, que se manifesta na liturgia”.

“Falar da formação litúrgica do Povo de Deus significa antes de tudo tomar consciência do papel insubstituível que a liturgia desempenha na Igreja e para a Igreja. E pode ajudar concretamente o povo de Deus a interiorizar melhor a oração da Igreja, a amá-la como experiência de encontro com o Senhor e com os irmãos e, diante disso, redescobrir nela o conteúdo e observar seus ritos”, explicou o Papa.

Desse modo, o Pontífice reconheceu que “não basta mudar os livros litúrgicos para melhorar a qualidade da liturgia. Somente isto seria um engano”, mas, “para que a vida seja verdadeiramente um louvor agradável a Deus, é preciso de fato mudar o coração”.

Por isso, o Santo Padre destacou que “a conversão cristã é orientada a celebração cristã, que é um encontro da vida com o Deus dos vivos” e acrescentou que este é também o objetivo do trabalho da Congregação do Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, voltado a “ajudar o Papa a exercer o seu ministério em benefício da Igreja em oração espalhada por toda a terra”.

“Na comunhão eclesial, atuam tanto a Sé Apostólica como as Conferências Episcopais, em espírito de cooperação, diálogo e sinodalidade. A Santa Sé, de fato, não substitui os bispos, mas colabora com eles para servir, na riqueza das várias línguas e culturas, a vocação orante da Igreja no mundo”, afirmou.

Conferências Episcopais

Nesta linha, o Papa explicou que, com o Motu proprio “Magnum principium”, promulgado em3 de setembro de 2017, quis “favorecer, entre outras coisas, a necessidade de uma constante cooperação, plena de confiança recíproca, vigilante e criativa, entre as Conferências Episcopais e o Dicastério da Sé Apostólica que exerce a missão de promover a sagrada liturgia”.

Por isso, o Santo Padre assinalou que “o desejo é prosseguir no caminho da mútua colaboração, conscientes das responsabilidades envolvidas pela comunhão eclesial, na qual a unidade e a variedade encontram harmonia. É um problema de harmonia”.

O Papa Francisco também abordou o desafio da formação e disse que “não podemos esquecer que a liturgia é vida que forma, não uma ideia a ser aprendida”. E advertiu que é bom “na liturgia, como em outros âmbitos da vida eclesial, não acabar em estéreis polarizações ideológicas que nascem muitas vezes quando, considerando as próprias ideias válidas para todos os contextos, chega-se a assumir uma atitude de perene dialética em relação a quem não as compartilha”.

Portanto, o Pontífice reconheceu que em certas ocasiões “corre-se o risco de voltar-se a um passado que não existe mais ou de fugir para um futuro presumido como tal. O ponto de partida, pelo contrário, é reconhecer a realidade da sagrada liturgia, tesouro vivo que não pode ser reduzido a gostos, receitas e correntes, mas deve ser acolhido com docilidade e promovido com amor, enquanto alimento insubstituível para o crescimento orgânico do Povo de Deus”.

“A liturgia não é ‘o campo do faça-você-mesmo’, mas a epifania da comunhão eclesial”, assegurou o Papa. “Portanto, nas orações e nos gestos ressoa o ‘nós’ e não o ‘eu’; a comunidade real, não o sujeito ideal. Quando se recordam nostalgicamente tendências passadas ou se querem impor novas, corre-se o risco de antepor a parte ao todo, o eu ao Povo de Deus, o abstrato ao concreto, a ideologia à comunhão, e na raiz, o mundano ao espiritual”, indicou.

Desse modo, o Papa explicou que, “sendo a liturgia uma experiência voltada à conversão da vida pela assimilação do modo de pensar e de comportar-se do Senhor, a formação litúrgica não pode limitar-se simplesmente em oferecer conhecimentos – isso é errado –, mesmo necessários, sobre os livros litúrgicos, e tampouco tutelar o cumprimento das disciplinas rituais”, advertiu.

“Para que a liturgia possa cumprir sua função formativa e transformadora, é necessário que os pastores e leigos sejam introduzidos a compreender dela o significado e a linguagem simbólica, incluindo a arte, o canto e a música a serviço do mistério celebrado, também o silêncio”.

Além disso, o Santo Padre recordou que o Catecismo da Igreja Católica “adota o caminho mistagógico para ilustrar a liturgia, valorizando nela a oração e os sinais”, e explicou que a mistagogia é “um caminho idôneo para entrar no mistério da liturgia, no encontro vivo com o Senhor crucificado e ressuscitado. Mistagogia significa descobrir a vida nova que no Povo de Deus recebemos mediante os Sacramentos, e redescobrir continuamente a beleza de renová-la”, afirmou.

Formação permanente

Sobre as etapas da formação, o Papa Francisco recordou que “é necessário cultivar a formação permanente do clero e dos leigos, especialmente aqueles envolvidos nos ministérios ao serviço da liturgia. A formação não apenas uma vez, mas permanente”.

Assim, o Pontífice ressaltou que “as responsabilidades educativas são compartilhadas, mesmo que cada diocese esteja mais envolvida na fase operativa” e assinalou que “a reflexão de vocês vai ajudar o Dicastério a amadurecer linhas e diretrizes para oferecer, no espírito de serviço, a quem – Conferências Episcopais, dioceses, institutos de formação, revistas – tem a responsabilidade de cuidar e acompanhar a formação litúrgica do Povo de Deus”.

Ao finalizar, o Santo Padre assegurou que “todos somos chamados a aprofundar e reavivar a nossa formação litúrgica”, porque a liturgia é, de fato, “o caminho principal através do qual a vida cristã passa em cada fase de seu crescimento”.

Fonte: AciDigital.