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quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Atividades de Catequese: Jubileu 2025 - Peregrinos da Esperança

 ❤️📣 TEM CATEQUISTA AIII?!

O ano de 2025 vai ser muito especial para todos nós católicos do mundo inteiro. Vamos viver o ano Jubilar intitulado Peregrinos da Esperança.

Na Igreja Católica a cada 25 anos acontece o Jubileu onde o Papa nos trás um tema para podermos refletir durante todo o ano. E nesse período de 25 anos pode ocorrer um ou mais Jubileus Extraordinários, como foi o Jubileu da Misericórdia em 2016.

Pensando em ajudar na evangelização escrevi uma atividade de catequese com esse tema. Vai ser a primeira do ano de 2025. 😊

E a pergunta que não quer calar: Será que em 2050 estaremos aqui para ver mais uma publicação das nossas "Sementes da fé!" com um tema o tema do Jubileu? kkkk Façamos nossas apostas.




ATIVIVIDADE DE CATEQUESE EM PDF, CLIQUE AQUI.

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E te peço de coração: REZEM POR MIM PORQUE ESTOU REZENDO POR VOCÊS!

terça-feira, 2 de maio de 2017

Nossa Senhora de Fátima comemora 100 anos


Papa Francisco estará em Fátima para centenário das aparições.[1]

Da Redação, com Santuário de Fátima

O Papa Francisco estará em Fátima, Portugal, nos dias 12 e 13 de maio de 2017 para o Centenário das Aparições. A informação foi divulgada pelo Santuário de Fátima, que recebeu a confirmação do Vaticano através da Sala de Imprensa.

“Por ocasião do Centenário das Aparições da Bem-Aventurada Virgem Maria na Cova da Iria, e acolhendo o convite do presidente da República e dos bispos portugueses, Sua Santidade o Papa Francisco irá em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima de 12 a 13 de maio de 2017”, refere uma nota da Santa Sé.


Para o bispo de Leiria-Fátima, Dom Antônio Marto, este é um momento de extrema alegria. “Sempre que o Papa peregrina como pastor universal é toda a igreja que peregrina com ele e por isso, nesta ocasião quero exprimir o júbilo e o regozijo que o anúncio oficial desta peregrinação do Santo Padre traz a todo o povo português e a toda a Igreja em Portugal”.

Dom Marto destacou também a responsabilidade do Santuário, pois não se trata de acolher o Santo Padre apenas como peregrino e pastor, mas de acolher a mensagem que ele vai levar.

Também o reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, falou da grande alegria com a confirmação da data da visita de Francisco à Cova da Iria. “É uma alegria porque sabemos que esses dias serão de uma peregrinação marcada por essa festividade que é o centenário, e por outro lado, porque assinala a presença de um Papa no meio de nós e de um Papa tão amado como é o Papa Francisco”, afirmou padre Carlos Cabecinhas, que também ressaltou a responsabilidade de nos preparar a visita através da oração.

O programa da visita do Papa à Cova da Iria só será divulgado posteriormente.

Papas em Fátima

Francisco será o quarto Papa a visitar Fátima, depois de Paulo VI (1967), João Paulo II (1982, 1991 e 2000) e Bento XVI (2010).

As viagens internacionais dos Papas são uma novidade que remonta à segunda metade do século XX, com o pontificado de Paulo VI (1897-1978), que na última sessão do Concílio Vaticano II anunciou a intenção de entregar a Rosa de Ouro a Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Paulo VI quis ir a Fátima como peregrino em 13 de maio de 1967. João Paulo II, que em 13 de maio de 1981 tinha sido atingido com um tiro na Praça São Pedro, em um atentado contra a sua vida, foi à Cova da Iria um ano depois, agradecer publicamente a intercessão de Nossa Senhora de Fátima na sua recuperação.

Em maio de 1982, no aniversário desse primeiro atentado contra a sua vida, Karol Wojtyla (1920-2005) chegava a Fátima para “agradecer à Divina Providência neste lugar que a mãe de Deus parece ter escolhido de modo tão particular”.

O Papa polonês, hoje santo, voltou a Portugal nove anos depois. Em 10 maio de 1991, João Paulo II celebrou Missa no Estádio do Restelo e viajaria depois para os Açores e Madeira, antes de centrar-se no Santuário de Fátima, nos dias 12 e 13 maio.

Em 12 e 13 maio de 2000, já com a saúde debilitada, João Paulo II regressou a Portugal, para presidir a beatificação dos pastorinhos Francisco e Jacinta Marto. Na mesma ocasião, deu-se o anúncio da publicação da terceira parte do chamado “Segredo de Fátima”.

Bento XVI visitou Portugal de 11 a 14 de maio de 2010, para assinalar o décimo aniversário da beatificação de Francisco e Jacinta Marto, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto.

Em 2017 será a vez de Francisco. Tal como Paulo VI, centrará a visita exclusivamente na Cova da Iria, onde em 13 de maio de 2013 o então patriarca de Lisboa, Cardeal José Policarpo, consagrou o pontificado do Papa argentino à Virgem Maria.

Santuário de Fátima - História [2]

O Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima nasceu a partir da devoção à Virgem de Fátima. No local onde Nossa Senhora apareceu para as três crianças foi construída uma capela, hoje conhecida como Capelinha das Aparições.

Além da capela, integram o complexo do Santuário o Recinto / Esplanada do Rosário, a Basílica de Nossa Senhora do Rosário e colunatas, casa de retiros de Nossa Senhora do Carmo e Reitoria, casa de retiros de Nossa Senhora das Dores e albergue para doentes, praça Pio XII e Centro Pastoral Paulo VI, Basílica da Santíssima Trindade, Capela do Lausperene e a Capela da Reconciliação.

O projeto do Santuário foi criado pelo arquiteto holandês Gerardus Samuel van Krieken e executado por João Antunes, arquiteto português. No dia 13 de maio de 1928, foi benzida a primeira pedra pelo arcebispo de Évora, dom Manuel Mendes de Conceição Santos. A sagração aconteceu no dia 7 de outubro de 1953. No ano seguinte, o Papa Pio XII concedeu o título de basílica ao Santuário de Fátima.
História das aparições

As aparições de Nossa Senhora em Fátima começaram no dia 13 de maio de 1917, e tiveram como protagonistas três crianças que pastoreavam um pequeno rebanho, na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém.

Lúcia de Jesus, de 10 anos, e seus primos Francisco e Jacinta Marto, de 9 e 7 anos, respectivamente, saíram de casa após rezar o terço para brincar nas imediações, onde construíam uma pequena casa de pedras.

Enquanto mexiam nas pedras, viram uma luz brilhante, parecida com um relâmpago. Decidiram ir embora, mas foram surpreendidos por outro clarão, que logo se transformou em uma senhora segurando um terço branco.

A Senhora disse as pastorinhos que era preciso rezar muito, convidando-os a voltar ao local durante cinco meses consecutivos, sempre no dia 13, no mesmo horário.
Elas então voltaram e, nos dias 13 de junho, julho, setembro e outubro, a Senhora apareceu novamente. No dia 19 de agosto, a aparição aconteceu em outro local.
Na última aparição, ocorrida no dia 13 de outubro, a Senhora apareceu para as crianças e um grupo de 70.000 pessoas. Ela afirmou ser a “Senhora do Rosário” e então pediu que ali fosse construída uma capela em sua honra.

Após a aparição, o sol mudou de cor, ficando parecido com um disco de prata, e podia ser observado sem dificuldade. Além disso, girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo aproximar-se da Terra. Cumpria-se, então, o que a Virgem havia anunciado às crianças nas aparições de julho e setembro.

A Virgem de Fátima voltou a aparecer para Lúcia, que já era uma religiosa de Santa Doroteia, em 10 de dezembro de 1925, 15 de fevereiro de 1926 e na noite de 13 para 14 de junho de 1929. Nessas aparições, ela pediu a devoção dos cinco primeiros sábados, para que rezasse o terço, meditasse os mistérios do Rosário, confessassem-se e recebessem a Sagrada Comunhão, em reparação aos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria. Ela também pediu a consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração – repetindo o que já havia pedido em julho de 1917.

Anos depois, irmã Lúcia revelou que, entre abril e outubro de 1916, havia presenciado a aparição de um Anjo junto com os outros dois pastorinhos. O Anjo convidou-os à oração e à penitência.

Desde que aconteceram as aparições, o número de peregrinos em Cova da Iria só começou a aumentar. As peregrinações começaram a acontecer nos dias 13 de cada mês e foram intensificando-se, hoje ultrapassando os cinco milhões de visitas anuais.

Símbolo oficial do Centenário das Aparições de Fátima [3]


Memória descritiva

Imagem do amor incondicional, o Coração de Maria está configurado de forma plena com o Coração de Deus. O Símbolo do Centenário das Aparições de Fátima, tomado a partir da escultura "No Coração de Maria", da autoria de Cristina Rocha Leiria, pretende recordar a todos que é possível encontrar em Maria a imagem do amor misericordioso de Deus por toda a humanidade.

Assim o experimentaram Francisco, Jacinta e Lúcia e assim o pode experimentar cada peregrino da Senhora do Rosário, colocando-se diante do coração e vendo a sua face dentro desse símbolo universalmente lido como imagem do Amor.

Ao entrarmos no Coração de Maria, temos a certeza de chegarmos a Deus, como lembra o lema escolhido para celebrar o Centenário das Aparições de Fátima: «O meu Coração Imaculado conduzir-vos-á até Deus» (Memórias da Irmã Lúcia).

Logotipo da visita do Papa Francisco a Fátima[4]

Fátima (RV) - Foi apresentado o logotipo da vigem do Papa Francisco a Fátima, Portugal, programada para 12 e 13 de maio próximo. O emblema estará disponível em vários suportes e no cartaz oficial da visita papal.

Em declarações aos jornalistas, o Reitor do Santuário de Fátima, Pe. Carlos Cabecinhas, coordenador geral da visita do Papa, frisou que a nova imagem gráfica pretende retratar o "estilo de simplicidade e clareza" que caracteriza o Papa Francisco.

O logotipo, desenhado por Francisco Providência, apresenta o desenho de um coração, feito com as contas do rosário, rematadas por uma cruz. Dentro do coração está escrito: “Papa Francisco - Fátima 2017”. Abaixo do coração, do lado de fora, se encontra o lema da visita papal “Com Maria, Peregrino na Esperança e na Paz” e o logótipo das comemorações do centenário das aparições.

À nova imagem gráfica surge associada, no cartaz, uma fotografia do Papa Francisco com um sorriso, acenando com a mão esquerda.

“Procurámos valorizar a proximidade física e simpática do Papa, que, sorridente, acena com a mão num gesto de saudação e bênção”, refere o autor da imagem, Francisco Providência.
Esta imagem irá acompanhar toda a comunicação da visita do Papa, tanto no site quanto nas redes sociais.

(MJ/Santuário de Fátima)

domingo, 25 de setembro de 2016

“Ano Mariano é para celebrar, comemorar e reaprender com Nossa Senhora”, afirma CNBB.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou oficialmente o Ano Mariano, na última quarta-feira (21), com uma celebração na sede da entidade, em Brasília (DF). A cerimônia contou com a participação da presidência da CNBB, membros do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), organismos vinculados à Conferência e colaboradores que atuam na sede.
Foto de: CNBB.

Na ocasião, com a ajuda dos colaboradores, a imagem de Nossa Senhora Aparecida foi entronizada no auditório da CNBB e posta no centro do espaço. Leituras bíblicas, cantos, textos reflexivos e uma mensagem do papa Francisco foram meditados, lembrando a devoção à Rainha e Padroeira do Brasil.

De acordo com o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, o período convida os brasileiros a voltarem o coração para Nossa Senhora. “É um ano para celebrar, para comemorar, para louvar a Deus, mas também para reaprender com Nossa Senhora como seguir Jesus Cristo, como ser cristão hoje”, enfatizou.

O bispo falou também sobre as expectativas para o Ano. “Nós esperamos muito que o Ano Mariano possa ser de intensa evangelização com Maria, contando com a sua proteção, seguindo os seus exemplos, mas sendo essa Igreja em saída, essa Igreja misericordiosa, que a exemplo de Nossa Senhora vai ao encontro dos irmãos para compartilhar a alegria do Evangelho de Jesus Cristo – alegria da fé em Cristo”, disse.


No final, dom Sergio exortou para que o Ano Mariano seja vivido intensamente por toda a Igreja no Brasil. “Que este momento seja para a evangelização, para a missão, tendo presente o exemplo, as lições que Nossa Senhora nos deixa, mas também recorrendo com confiança a sua intercessão materna”, finalizou o bispo.

Ano Nacional Mariano

O Ano Nacional Mariano foi proclamado pela CNBB, em comemoração aos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nas Águas do Rio Paraíba do Sul. A iniciativa será celebrada a partir do dia 12 de outubro até o dia 11 de outubro de 2017.
Em carta enviada aos bispos de todo o Brasil, a presidência da CNBB considera a celebração dos 300 anos “uma grande ação de graças” e recorda que todas as dioceses do país se preparam, desde 2014, recebendo a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora, que percorre cidades e periferias.  Confira, abaixo, a mensagem na íntegra:
Mensagem à Igreja Católica no Brasil

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em comemoração aos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nas águas do rio Paraíba do Sul, instituiu o Ano Nacional Mariano, a iniciar-se aos 12 de outubro de 2016, concluindo-se aos 11 de outubro de 2017, para celebrar, fazer memória e agradecer.

Como no episódio da pesca milagrosa narrada pelos Evangelhos, também os nossos pescadores passaram pela experiência do insucesso. Mas, também eles, perseverando em seu trabalho, receberam um dom muito maior do que poderiam esperar: “Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”. Tendo acolhido o sinal que Deus lhes tinha dado, os pescadores tornam-se missionários, partilhando com os vizinhos a graça recebida. Trata-se de uma lição sobre a missão da Igreja no mundo: “O resultado do trabalho pastoral não se assenta na riqueza dos recursos, mas na criatividade do amor” (Papa Francisco).

A celebração dos 300 anos é uma grande ação de graças. Todas as dioceses do Brasil, desde 2014, se preparam, recebendo a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, que percorre cidades e periferias, lembrando aos pobres e abandonados que eles são os prediletos do coração misericordioso de Deus.

O Ano Mariano vai, certamente, fazer crescer ainda mais o fervor desta devoção e da alegria em fazer tudo o que Ele disser (cf. Jo 2,5).

Todas as famílias e comunidades são convidadas a participar intensamente desse Ano Mariano.

A companhia e a proteção maternal de Nossa Senhora Aparecida nos ajude a progredir como discípulas e discípulos, missionárias e missionários de Cristo!

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de S. Salvador da Bahia-BA
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: CNBB e publicado no site A12 em 23 de setembro de 2016.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Qual é a diferença entre Ano Santo e Jubileu?

 A celebração do jubileu se origina no judaísmo. Consistia em uma comemoração de um ano sabático que tinha um significado particular. Esta festa se realizava a cada 50 anos.

Durante o ano os escravos eram libertados, restituíam-se as propriedades às pessoas que as haviam perdido, perdoavam-se as dívidas, as terras deviam permanecer sem cultivar e se descansava.

Na Bíblia encontramos algumas passagens nas quais se menciona a celebração judaica. Talvez a mais importante se encontre no Levítico (Lv 25,8).

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A palavra jubileu se inspira no termo hebreu de yobel, que faz alusão ao chifre do cordeiro que servia como instrumento. Jubileu também tem uma raiz latina, iubilum que representa um grito de alegria.

A celebração de um Jubileu acontece durante um ano, assim esse ano passa ser chamado “ANO SANTO” ou “ANO JUBILAR”. A designação de “Ano Santo” começou a ser utilizada pelo Papa Sixto IV no Jubileu de 1475.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/o-que-e-um-jubileu-e-um-ano-santo-77001/

Fonte: Site Cleofas.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Brasil terá Ano Jubilar mariano a partir de outubro

Ano jubilar mariano integra as comemorações pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida


O arcebispo de Aparecida (SP), Cardeal Raymundo Damasceno Assis, informou que, a partir do próximo mês de outubro, o Brasil terá um ano jubilar mariano. O período especial a ser vivido pela Igreja no Brasil integra as comemorações pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida.
O ano jubilar mariano será decretado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O início será no próximo dia 12 de outubro, com a inauguração do Campanário do Santuário Nacional, obra que foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
“A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil vai decretar um ano Jubilar mariano a partir de outubro. Será um ano de graça, de modo especial para o Brasil: um momento de louvor e agradecimento especial a Deus por tudo aquilo que Ele tem feito por nós, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, nossa padroeira e nossa Rainha”, disse o cardeal.
Fonte: Canção Nova.

domingo, 7 de junho de 2015

Jubileu da Misericórdia




O Vaticano criou um website do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que acontecerá de 8 de dezembro deste ano até 20 de novembro de 2016. O endereço eletrônico está disponível em seis idiomas e possui o anúncio do Jubileu, a Bula de Convocação, notícias, vídeos, galeria de fotos e um formulário para contato com o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, responsável pela organização do Ano Santo.

O papa Francisco realizou a convocação oficial do Jubileu extraordinário da Misericórdia no dia 11 de abril. Na ocasião foi entregue aos quatro cardeais-arciprestes das basílicas papais de Roma a Bula “Misericordiae Vultus” (O rosto da Misericórdia).

Durante a 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que aconteceu em Aparecida (SP), de 15 a 24 de abril, o bispo de Amparo (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da entidade, dom Pedro Carlos Cipollini, apresentou um breve comentário sobre o documento divulgado pelo papa.

“O tema da Misericórdia tem raízes profundas na Igreja e o papa Francisco (um homem marcado pela misericórdia, que ele escolheu como lema episcopal), soube captá-las e inserir nestas raízes a proposta do Ano Santo”, considerou em sua introdução.

Dom Cipollini retornou à fala de são João XXIII na abertura do Concílio Vaticano II, lembrando a proposta de uma Igreja que “prefere usar a medicina da misericórdia”. A Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia também menciona são João Paulo II, que publicou a encíclica “Dives in misericórdia” e canonizou Santa Faustina, a santa da Misericórdia.

Dos 25 itens da bula papal, o presidente da Comissão para Doutrina da Fé destacou três pontos. Os fundamentos teológicos, a aplicação à Igreja e indicações práticas sobre como viver um itinerário espiritual de conversão durante o Ano Santo.

No último tópico, foram dadas indicações práticas para a vivência do ano da misericórdia. Dom Cipollini destacou as propostas de “Peregrinação como caminho e sinal de conversão”. “A peregrinação ‘será sinal de que a própria misericórdia é uma meta a alcançar e que exige empenho e sacrifício’”, sublinhou.

Outra sugestão é a vivência do perdão. “O perdão aparece aqui como componente da misericórdia divina e vértice da oração cristã. É a redenção vista na ótica do perdão”, explica. Neste tópico, destaca-se o comunicado do papa no envio dos “missionários da misericórdia” durante a quaresma. “Sacerdotes a quem ele dará autoridade para perdoar mesmo os pecados reservados à Santa Sé e pede aos bispos que os convidem e acolham”, disse.

Por último, foi indicada a relação “Justiça e misericórdia”. “O papa reflete a partir de várias passagens bíblicas para concluir que a justiça de Deus culmina no seu perdão”, analisa o bispo.

Leia mais: 





A partir de 8 de novembro clique AQUI para ter acesso às nossas atividades de catequese do Jubileu da Misericórdia.